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Hipotireoidismo na gravidez

O Hipotireoidismo é uma doença relativamente comum, mas que pode afetar gestantes e acarretar sérias complicações para a mãe e o bebê.

Ela tem origem na tireoide, uma das glândulas mais importantes do corpo, responsável por secretar hormônios envolvidos no funcionamento do metabolismo e na função de órgãos como o coração, cérebro, fígado e rins. O Hipetireoidismo surge quando essa glândula não funciona corretamente e há uma queda na produção dos dois hormônios que secreta: o T3 e o T4.

Quais problemas pode causar?

Mesmo que a mulher não tenha problema de tireoide antes da gravidez, o Hipotireoidismo pode surgir na gestação devido às alterações hormonais que acontecem no período.

Na gestante, o hipotireoidismo pode contribuir para o aumento de sangramentos, abortos prematuros, além de hipertensão e pré-eclâmpsia. Para o bebê também há sérias consequências, como problemas mentais, déficit cognitivo e aparecimento de bócio (aumento anormal da tereoide em forma de borboleta).

 

Como diagnosticar?

A identificação prematura do Hipotireoidismo é sempre importante. Há grupos de risco que precisam ter mais atenção, como é o caso de mulheres com mais de 30 anos, que tenham histórico familiar de problemas na tireoide ou já passaram por perda fetal ou parto prematuro. Mulheres obesas ou que já tiveram mais de um filho também precisam ter mais cuidado.

Para fazer o diagnóstico é preciso exames de sangue que avaliem a quantidade de hormônios da tireoide. Um dos exames importantes é o THS, que avalia a produção de um hormônio que estimula a tireoide e ajuda a mantê-la saudável. Ele vai ajudar a verificar possíveis disfunções.   

Tem tratamento?

Pode ficar tranquila, porque tem tratamento. Mas é importante descobrir o quanto antes. Tudo precisa de avaliação médica, mas uma das medidas que costumam ser tomadas é a prescrição médica de ingestão do hormônio tireoidiano. A dose pode ser ajustada de acordo com a evolução da gravidez. Aconselha-se fazer periodicamente a análise da tireoide, a cada 6 ou 8 semanas para o reajuste da dose.

 

Fontes: Bebê Abril; Tua Saúde; Endocrino.org

 

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